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Entenda os sintomas e sinais da Anorexia




Olá! Eu sou a Dani e esse texto fala sobre Entenda os sintomas e sinais da Anorexia.



A anorexia nervosa é um distúrbio alimentar caracterizado pela restrição persistente na ingestão de alimentos, pelo medo intenso de ganhar peso e por distúrbios no peso ou forma como indivíduo enxerga o próprio corpo.

  • Peso corporal em 85% ou menos do nível normal.
  • Prática excessiva de atividades físicas, mesmo tendo um peso abaixo do normal.
  • Em mulheres, ausência de ao menos três ou mais menstruações. A anorexia nervosa pode causar sérios danos ao sistema reprodutor feminino.
  • Diminuição ou ausência da líbido; nos rapazes poderá ocorrer disfunção erétil e dificuldade em atingir a maturação sexual completa, tanto a nível físico como emocional.
  • Crescimento retardado ou até paragem do mesmo, com a resultante má formação do esqueleto (pernas e braços curtos em relação ao tronco).
  • Descalcificação dos dentes; cárie dentária.
  • Depressão profunda.
  • Tendências suicidas.
  • Bulimia, que pode desenvolver-se posteriormente em pessoas anoréxicas.
  • Obstipação grave.

A percepção precoce de um quadro de anorexia, seus sinais e sintomas pode fazer uma grande diferença na duração e gravidade da doença. Procurar ajuda ao primeiro sinal de alerta é muito mais eficaz do que esperar até que a doença esteja em pleno andamento. Se você ou alguém que você conhece está exibindo algum ou uma combinação desses sinais, é vital procurar ajuda e apoio o mais rápido possível.

Alguém com anorexia pode exibir qualquer combinação dos seguintes sinais de alerta:

Sinais físicos

  • Perda de peso rápida ou mudanças frequentes de peso;
  • Ausência ou alteração da menstruação em meninas e mulheres (amenorreia) e diminuição da libido em homens;
  • Desmaio ou tonturas;
  • Sensação de frio na maioria das vezes, mesmo em climas quentes (causado pela má circulação e também pela baixa gordura corporal);
  • Arritmia cardíaca e convulsões;
  • Sensação de inchaço, constipação intestinal ou o desenvolvimento de intolerâncias alimentares;
  • Sensação de cansaço, fadiga e esgotamento. Em algumas vezes acompanhada de alterações no sono, sono intermitente, onde há a sensação de não dormir bem;
  • Letargia (estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir) e pouca energia;
  • Mudanças faciais (por exemplo, olhos pálidos, afundados e olheiras);
  • Enfraquecimento de músculos e ossos;
  • Cabelo fino aparecendo no rosto e no corpo.

Sinais psicológicos

  • Preocupação excessiva com a alimentação, comida, corpo e peso;
  • Ansiedade constante e irritabilidade em torno das refeições;
  • Intenso medo de ganhar peso;
  • Dificuldade em manter um peso corporal normal para a sua idade e altura;
  • Depressão e ansiedade;
  • Capacidade reduzida de pensar e maior dificuldade de concentração;
  • Pensamento “preto e branco” (por exemplo, pensamentos rígidos sobre alimentos sendo “bons” ou “ruins”);
    Ter uma imagem corporal distorcida (por exemplo, se vê como excesso de peso quando eles estão realmente abaixo do peso);
  • Baixa autoestima e perfeccionismo;
  • Isolamento social;
  • Dificuldade ou indecisão para aceitar a busca por um tratamento psicológico;
  • Aumento da sensibilidade aos comentários relacionados com alimentos, peso, forma do corpo, exercício;
  • Insatisfação extrema da imagem corporal.
O excesso de preocupação com o peso é um dos principais sinais

Sinais comportamentais

  • Comportamento de dieta (por exemplo, jejum, contagem de calorias, evitando grupos de alimentos, como gorduras e carboidratos);
  • Uso indevido e deliberado de laxantes, supressores de apetite, enemas e diuréticos;
    Comportamentos repetitivos ou obsessivos relacionados à forma e ao peso do corpo (por exemplo, pesar-se todos os dias ou mais de uma vez ao dia, olhar-se no espelho obsessivamente, comprimir a cintura, utilizar cintas e modeladores);
  • Evidência de compulsão alimentar (por exemplo, desaparecimento ou acumulação de alimentos);
  • Comer em privado e evitar refeições na presença de outras pessoas;
  • Comportamento anti-social, passando cada vez mais tempo sozinho;
  • Manter segredos em torno dos hábitos de alimentação (por exemplo, dizendo que eles comeram quando não o fizeram, escondendo alimentos não consumidos);
  • Prática de exercícios físicos de forma compulsiva ou excessiva (por exemplo, exercitar-se em mau tempo, continuar a exercitar-se quando está doente ou lesionado e sofrendo emocionalmente quando a prática de exercício não é possível);
  • Alterações radicais nas preferências alimentares (por exemplo, excluem repentinamente do cardápio os alimentos que sempre tiveram no passado, relatando alergias ou intolerâncias alimentares, tornando-se vegetarianos, veganos ou lacfree);
  • Rituais obsessivos em torno da preparação e ingestão dos alimentos (comer muito devagar, cortar alimentos em pedaços muito pequenos, insistir que determinadas refeições sejam servidas exatamente no mesmo dia da semana);
  • Preocupação com a preparação de alimentos por outros, receitas e nutrição;
  • Comportamentos autodestrutivos, abuso de substâncias ou tentativas de suicídio.
Publicado em 31/01/14 e revisado em 21/10/20



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